Irmãs criam empresa para produção de feno a partir de TCC na Fatec Indaiatuba

agosto 18, 2016 § Deixe um comentário


 

Do campo para a sala de aula e de volta para o campo. Esse foi o caminho percorrido pelas irmãs Poltronieri, de Indaiatuba: as gêmeas Janaína e Jaqueline, de 26 anos, e a caçula Mirian, de 23. Elas são ex-alunas de Gestão Empresarial da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) da cidade e desenvolveram, a partir de suas experiências no curso e na fazenda do pai, uma bem-sucedida empresa de produção de feno, a Feno das Meninas.

O nome do negócio veio do inusitado – um empreendimento agrícola comandado por jovens mulheres. “Tentamos usar Feno Poltronieri, mas não teve jeito, não pegou. Todo mundo que perguntava por nós recebia a indicação ‘o feno das meninas’”, conta Mirian.

Tudo começou com Jaqueline. Ela percebeu que o feno era um produto agrícola com potencial a ser explorado. O “arroz e feijão dos cavalos”, como pontua Mirian, não era uma das culturas do pai, Valdir,
que trabalhava com milho, feijão, batatas e outros vegetais – produção já em estudo no Trabalho de Graduação da outra irmã, Janaína.

As pesquisas de viabilidade conduzidas pela estudante e por seu orientador, Reinaldo Toso Junior, mostraram que valia a pena investir no plantio, provando rentabilidade e retorno rápidos do investimento a partir da grande demanda da região, onde estão instalados muitos haras.

Comprometimento e visão

Para o professor, foi o interesse das jovens que o fez apostar no projeto. “A primeira coisa é a questão da seriedade com a qual o aluno encara a Fatec. As três tinham esse comprometimento e visão de que era um trabalho para a vida delas”, conta.

“Quando orientamos um projeto na Fatec sempre sugerimos que o aluno trabalhe algo em que realmente queira dar continuidade em sua vida profissional ou que já faça parte do mercado onde está inserido”, complementa o docente. A política de incentivar o empreendedorismo é uma marca do Centro Paula Souza.

O trabalho iniciado por Jaqueline saiu do papel e atraiu Mirian, que entrou na faculdade em 2010. Ainda insegura sobre a carreira que gostaria de seguir, a estudante se descobriu no ramo da gestão. Lá, adquiriu os conhecimentos que precisava em finanças e administração. Inovou na condução do trabalho da produção no campo, fazendo do seu trabalho de graduação um projeto de marketing agrícola. “Conseguimos fixar a cara da marca na região. Apostamos na qualidade e batemos forte na nossa diferenciação”, ressalta a jovem.

A partir do curso, ela conseguiu entender também as melhores estratégias de divulgação. “Nós temos perfis nas redes sociais, mas percebemos que nossos clientes são mais simples e a melhor solução é o contato mais direto com eles, com anúncios e patrocínio em rodeios e festas de cavalaria.”

Boca-a-boca

O boca-a-boca ajudou bastante e hoje o Feno das Meninas já tem seus clientes fiéis. A produção é feita em uma terra arrendada do pai por Mirian, Janaína e um funcionário. Alguns serviços são terceirizados. Segundo a empresária, já seria possível expandir o negócio pela demanda, mas a terra já está em seu aproveitamento máximo.

Pressa para crescer? Melhor ficar com os conselhos do pai. “Ele sempre instruiu a gente a começar pequeno, a ter o pé no chão.”

Ainda agora, quatro anos depois do diploma nas mãos, as irmãs seguem o plano de ação elaborado durante o curso superior tecnológico em Gestão Empresarial, que detalha os passos a serem seguidos para o crescimento do empreendimento. O Feno das Meninas está no meio do caminho de chegada ao cumprimento da meta, com foco e reconhecimento – o que levou Mirian a ser escolhida para conduzir a tocha olímpica em Indaiatuba, em julho.

Do campo para a sala de aula e de volta para o campo. Esse foi o caminho percorrido pelas irmãs Poltronieri, de Indaiatuba: as gêmeas Janaína e Jaqueline, de 26 anos, e a caçula Mirian, de 23. Elas são ex-alunas de Gestão Empresarial da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) da cidade e desenvolveram, a partir de suas experiências no curso e na fazenda do pai, uma bem-sucedida empresa de produção de feno, a Feno das Meninas.

O nome do negócio veio do inusitado – um empreendimento agrícola comandado por jovens mulheres. “Tentamos usar Feno Poltronieri, mas não teve jeito, não pegou. Todo mundo que perguntava por nós recebia a indicação ‘o feno das meninas’”, conta Mirian.

Tudo começou com Jaqueline. Ela percebeu que o feno era um produto agrícola com potencial a ser explorado. O “arroz e feijão dos cavalos”, como pontua Mirian, não era uma das culturas do pai, Valdir,
que trabalhava com milho, feijão, batatas e outros vegetais – produção já em estudo no Trabalho de Graduação da outra irmã, Janaína.

As pesquisas de viabilidade conduzidas pela estudante e por seu orientador, Reinaldo Toso Junior, mostraram que valia a pena investir no plantio, provando rentabilidade e retorno rápidos do investimento a partir da grande demanda da região, onde estão instalados muitos haras.

Comprometimento e visão

Para o professor, foi o interesse das jovens que o fez apostar no projeto. “A primeira coisa é a questão da seriedade com a qual o aluno encara a Fatec. As três tinham esse comprometimento e visão de que era um trabalho para a vida delas”, conta.

“Quando orientamos um projeto na Fatec sempre sugerimos que o aluno trabalhe algo em que realmente queira dar continuidade em sua vida profissional ou que já faça parte do mercado onde está inserido”, complementa o docente. A política de incentivar o empreendedorismo é uma marca do Centro Paula Souza.

O trabalho iniciado por Jaqueline saiu do papel e atraiu Mirian, que entrou na faculdade em 2010. Ainda insegura sobre a carreira que gostaria de seguir, a estudante se descobriu no ramo da gestão. Lá, adquiriu os conhecimentos que precisava em finanças e administração. Inovou na condução do trabalho da produção no campo, fazendo do seu trabalho de graduação um projeto de marketing agrícola. “Conseguimos fixar a cara da marca na região. Apostamos na qualidade e batemos forte na nossa diferenciação”, ressalta a jovem.

A partir do curso, ela conseguiu entender também as melhores estratégias de divulgação. “Nós temos perfis nas redes sociais, mas percebemos que nossos clientes são mais simples e a melhor solução é o contato mais direto com eles, com anúncios e patrocínio em rodeios e festas de cavalaria.”

Boca-a-boca

O boca-a-boca ajudou bastante e hoje o Feno das Meninas já tem seus clientes fiéis. A produção é feita em uma terra arrendada do pai por Mirian, Janaína e um funcionário. Alguns serviços são terceirizados. Segundo a empresária, já seria possível expandir o negócio pela demanda, mas a terra já está em seu aproveitamento máximo.

Pressa para crescer? Melhor ficar com os conselhos do pai. “Ele sempre instruiu a gente a começar pequeno, a ter o pé no chão.”

Ainda agora, quatro anos depois do diploma nas mãos, as irmãs seguem o plano de ação elaborado durante o curso superior tecnológico em Gestão Empresarial, que detalha os passos a serem seguidos para o crescimento do empreendimento. O Feno das Meninas está no meio do caminho de chegada ao cumprimento da meta, com foco e reconhecimento – o que levou Mirian a ser escolhida para conduzir a tocha olímpica em Indaiatuba, em julho.

Foto e texto: Divulgação. Home > Notícias 15 de Agosto de 2016

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Fonte: http://www.cps.sp.gov.br/noticias/2016/agosto/15_irmas-de-indaiatuba-criam-empresa-para-producao-de-feno-a-partir-de-trabalho-de-conclusao-na-fatec.asp

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Você está lendo no momento Irmãs criam empresa para produção de feno a partir de TCC na Fatec Indaiatuba no Blog do Laboratório de Logística da Fatec Indaiatuba - Dr. Archimedes Lammoglia.

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