Exposição de Portos e Aeroportos de Comércio Exterior e Fluxos Logísticos – Maio de 2017

maio 4, 2017 § Deixe um comentário


Alunos da Fatec Indaiatuba convidam população para exposição

Nos dias 09 e 10 de maio de 2017epacel, os alunos dos cursos de Comércio Exterior e Logística Aeroportuária da Faculdade Tecnológica de Indaiatuba,
 por meio de maquetes de portos e aeroportos, demonstrarão como se realiza o processo de importação e exportação de diferentes cadeias de suprimentos, apresentando a melhor solução para o fluxo logístico de cada cadeia, sendo:
– Cadeia de Suprimento: Vestuário
Produto: Biquíni; Operação: Exportação;
Porto de Origem: Paranaguá – BRA
Porto de Destino: Veracruz – MEX
– Cadeia de Suprimento: Alimentos
Produto: Cachaça; Operação: Exportação;
Porto de Origem: Porto de Santos – BRA
Porto de Destino: Porto de Miami – EUA
– Cadeia de Suprimento: Eletrônicos
Produto: Smartphone; Operação: Importação;
Aeroporto de Origem: Shenzhen Bao’an – CHI
Porto de Destino: Viracopos – BRA
Segundo Reinaldo Toso Júnior, professor responsável pelo projeto, “O trabalho tem como objetivo promover a troca de conhecimento entre os alunos dos cursos de Comércio Exterior e Logística Aeroportuária, já com a exposição, nossa finalidade é oferecer aos estudantes do ensino médio que estão no momento de escolha de carreira, a oportunidade de conhecer a dinâmica que envolve a área de comércio exterior e de logística. Estamos convidando também as empresas da região, pois é uma maneira de aproximar nossos os alunos do mercado de trabalho”.
Além das exposições de maquetes os alunos disponibilizarão informações e curiosidades sobre os principais canais, portos e aeroportos do mundo.
O evento será aberto ao público nos horários das 9h às 11h, das 14h às 17h e das 19h30 às 21h30. A entrada é franca.
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Venha estudar Gestão Empresarial no período Vespertino na Fatec Indaiatuba 14h30-18h00 ENSINO SUPERIOR GRATUITO E DE QUALIDADE – Vestibular 2º SEM/17.

maio 30, 2017 § Deixe um comentário


  • De 11/05 até às 15h do dia 12/06/2017 – Inscrições do Processo Seletivo no site http://www.vestibularfatec.com.br

  • 27/06/2017 – Divulgação dos locais de Exame
  • 02/07/2017 (domingo), às 13h – Exame – duração da prova: 5 horas
  • 02/07/2017 (domingo), a partir das 18h30min – Divulgação do gabarito oficial
  • 20/07/2017 – Divulgação da lista de classificação geral, da 1ª lista de convocação e do desempenho dos candidatos
  • 24/07 e 25/07/2017 – Matrícula da 1ª lista de convocação
  • 26/07/2017 – Divulgação da 2ª lista de convocação
  • 27/07/2017 – Matrícula da 2ª lista de convocação

Valor da taxa de inscrição
R$ 75,00 (setenta e cinco reais)

Venha estudar Gestão Empresarial no período Vespertino na Fatec Indaiatuba 14h30-18h00
ENSINO SUPERIOR GRATUITO E DE QUALIDADE

LINK: https://www.vestibularfatec.com.br/candidato/dados-acesso.asp?t=IN

GRANÉIS E SILOS

maio 23, 2017 § Deixe um comentário


CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLOGIA PAULA SOUZA

FATEC – FACULDADE DE TECNOLOGIA DE INDAIATUBA

CURSO DE GESTÃO EMPRESARIAL

 

ALAN SOARES GOMES

ANDRESSA KOCH GOMES

ARLEY AUGUSTO MARCIANO

MALLU STEFFANI RIBEIRO

 

GRANÉIS E SILOS

Indaiatuba

2017

 

O que são Granéis

De acordo com Rodrigues (Id.), granéis são “cargas homogêneas, sem acondicionamento específico, apresentando-se sob a forma de sólidos, líquidos e gases. Compreendem as cargas não-acondicionadas, portanto, sem invólucro ou embalagem”. Esse tipo de carga não pode ser acondicionada em qualquer tipo de embalagem. Os granéis necessitam ser acomodados de forma individualizada, subdividindo-se em granéis sólidos e granéis líquidos.

(https://www.dpc.mar.mil.br/sites/default/files/sepm/portuarios/monografias/Gestao_Armazenamento_Graneis.pdf)

  • Granéis sólidos: minérios de ferro, manganês, bauxita, carvão, sal, trigo, soja, fertilizantes, etc.
  • Granéis líquidos: o petróleo e seus subprodutos, óleos vegetais, etc.

Os granéis são transportados por graneleiro, ou seja, veículo construído especialmente para transporte de cargas a granel: vagão graneleiro e navio graneleiro.

Tipos de vagões Graneleiros

De acordo com CAVALCANTI (1992) vagão Box graneleiro é um vagão fechado com escotilha no teto e com porta na lateral. Um sistema típico os granéis ser transportado para dentro é a “tulha” — um silo no alto que tem o fundo em “funil”, de onde sai um “tubo” flexível. O “tubo” é inserido na escotilha do teto do vagão, e abre-se a “válvula” — ou seja, a tulha. (http://vfco.brazilia.jor.br/vag/vagoes-graneleiros.shtml)

Figura 1: Tulha

Fonte: http://fateclog.blogspot.com.br/2011/11/cargas-granel.html

Figura 2: Vagão Box Graneleiro

Fonte: http://vfco.brazilia.jor.br/modelos/vagao/detalhamento-vagao-box-Frateschi-00.shtml

O tangue graneleiro normalmente tem seu formato redondo e podem transportar álcool combustível, derivados claros e óleo vegetal. Existe também o tanque graneleiro TPC que pode transportar cimento.

Figura 3: Vagão Tangue Graneleiro

Fonte: http://vfco.brazilia.jor.br/vag/vagALL/tsd.shtml

Figura 4: Vagão Tangue Graneleiro TPC

Fonte: http://vfco.brazilia.jor.br/vag/vagALL/tpc.shtml

Ainda segundo CAVALCANTI (1992), o vagão hopper é o “graneleiro” mais característico, e não se confunde com nenhum vagão-tanque, nem com o tradicional vagão fechado, pois não tem porta na lateral e sua característica é o interior inclinados em forma de funil por onde o granel é obrigado a escorregar.  Ele também conta com “tremonha” o nome das bocas de descarga no piso do box graneleiro. Existe dois tipos de vagão hopper o fechado e aberto.

(http://vfco.brazilia.jor.br/vag/vagoes-graneleiros.shtml)

Figura 5: Vagão Hopper Fechado

Fonte: http://vfco.brazilia.jor.br/modelos/vagao/vagao-hopper-fechado-Estireno-Bertossi.shtml

Figura 6: Vagão Hopper Aberto tipo Gondola

Fonte: http://shopferreo.com.br/produto/vagao-hopper-aberto-rffsa-frateschi-2093/7241

Tipos de Navios Graneleiros

Segundo o dicionário Básico Portuário, Graneleiros são navios especializados no transporte de mercadorias a granel, onde estão incluídos os navios tanque. Existem diferentes tipos, tais como Petroleiros de Brancos (para transporte de refinados), Petroleiros de Pretos (para transporte de óleo cru-crude oil), OBO carriers (para transporte de minério ou outras mercadorias secas a granel), Ore carriers (para o transporte de mercadorias pesadas, como minérios) ou simplesmente Bulk carriers (para transporte de mercadorias secas a granel).

(http://www.portosdoparana.pr.gov.br/arquivos/File/dicionario2011.pdf)

Os navios para transporte de carga a granel possuem construção especial, não possuindo guindastes ou ius de carga.

Navio Graneleiro Combinado – Navio graneleiro que pode transportar graneis sólidos e líquidos. É um graneleiro comum, com um sistema de bombas e redes para o trato de carga líquida, assim como um sistema para a limpeza e desgaseificação dos tanques.

Navio Graneleiro Combinado Universal – Navio graneleiro destinado ao transporte de minério, além de granéis líquidos e graneis sólidos leves.

Navio Petroleiro – Navio-tanque de construção especial, adequada ao transporte de petróleo bruto e derivados.

Figura 7: Navio Graneleiro Combinado Universal

Fonte: http://www.navioseportos.com.br/site/index.php/glossarios/glossarios/navio-graneleiro-combinado-universal

 

Figura 8: Navio Graneleiro Combinado

Fonte: http://gigantesdomundo.blogspot.com.br/2013/12/maior-navio-graneleiro-do-mundo.html

Figura 9: Navio Petroleiro

Fonte: http://gigantesdomundo.blogspot.com.br/2012/12/o-maior-navio-petroleiro-do-mundo.html

Os navios cargueiros são carregados pelo SHIPLOADER, máquina que se movimenta e carrega sem precisar movimentar o navio e é uma máquina automatizada e que anda sobre trilhos.  Para ver a máquina em ação acesse:  https://www.youtube.com/watch?v=ej0L2GJd2aE .

Figura 10: SHIPLOADER

Fonte: http://www.maquinascondor.com.br/site2008/produto.php?id=33

Os granéis sólidos são descarregados pela pá descarregadora e pelo picão espécie de trator com ponta. Acesse para ver as máquinas em ação:

Figura 11: Pá Descarregadora

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=5wVw6b59fB0

 

Figura 12: Picão

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=pPCUbTS5L6g

O que são Silos

Para Carneiro (1948) os silos são construções destinadas ao armazenamento e conservação de grãos secos, sementes, cereais e forragens verdes. Possibilitando assim o mínimo de influência do meio externo com o ambiente de estocagem, com o objetivo de manter inalteradas as características físicas, químicas e biológicas do produto, durante o período de armazenagem.

(http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0071-12761948000100001)

Formas de Silos

Segundo Ronde & Schiebroek (1986) o primeiro polígono existente o triangulo não pode ser usado para armazenamento, pois seus cantos, formam ângulos agudos conduziriam a sérios problemas no fluxo dos silos.

(http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/257235/1/Silva,%20Eduardo%20Teixeira%20da.pdf)

O quadrado tem uma forma conveniente para o armazenamento de produtos e não compromete o fluxo, porém necessita de uma elevada taxa de armadura, a medida que vai aumentando os lados conclui-se que a figura montada é um círculo, os silos de concreto armado, fabricados através do processo de formas deslizantes, são os mais utilizados nos últimos anos, os poligonais apresentam projetos ideais, porém são anti- econômicos devido aos encaixes estruturais. (Construção Civil I Silos Pré-moldados, Alisson M. Cooper, http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAZ2YAI/silos-pre-moldados)

Figura 13: Silos

Fonte: http://www.portocotegipe.com.br

Segurança nos Silos

Por serem fechados, enclausurados, perigosos e traiçoeiros, são conhecidos como espaços confinados e são objetos da NR33- Espaços Confinados, da NBR 14.787 da ABNT. (http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/silo.htm)

Explosões ocorrem com frequencia em instalações agrícolas ou industriais onde são processados: farinhas (trigo, milho, soja e cereais.)  e particulados (açúcar, arroz e cacau, etc).

Outros riscos são: lesões respiratórias (poeira) e do globo ocular, riscos físicos (ruído, iluminação, umidade, etc) e acidente geral (queda e sufocamento).

Há necessidade que a pessoa designada para executar qualquer tarefa em seu interior esteja devidamente treinada, orientada quanto aos riscos de acidentes e com boa saúde. Antes de entrar num silo para executar qualquer tarefa, recomenda-se que:

  • O operário nunca entre sozinho num silo;
  • Use equipamento de descida (como o da foto menor ao lado);
  • Tenha permissão prévia do seu superior;
  • Verifique se há gases e poeiras perigosas;

Figura 14:  Como as Pessoas são soterradas

Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/silo.htm

Equipamentos de Proteção utilizados nos Silos

A Revista Proteção (N.158, fev./05), traz como reportagem de capa os ESPAÇOS CONFINADOS, relaciona os equipamentos de proteção individual (EPIs), equipamentos de proteção coletiva (EPCs) e instrumentos mais usados no Brasil para prevenir os acidentes nesses locais. Confira a relação: (http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/silo.htm)

EPIs:

  • Capacete com jugular
  • Luvas (PVC ou raspa)
  • Trava-quedas e acessórios
  • Botas de segurança
  • Óculos de segurança

EPCs:

  • Ventilador/insuflador de ar
  • Rádio para comunicação
  • Tripé
  • Detector de gases e/ou poeiras
  • Lanternas apropriadas
  • Sistema autônomo com peça facial

INSTRUMENTAÇÃO:

  • Detector de gases
  • Cromatógrafo
  • Explosímetro

 

 

CONCLUSÃO

Entende-se que esta área é muito interessante, pois mostra que os granéis sólidos e líquidos são melhor transportados pelo modais aquaviário e Ferroviário. Demostra também que os silos, lugares onde são armazenados os granéis sólidos, tem ocorrência de acidentes e que tem normas para serem seguidas desde sua construção até a normas de segurança.

Conclui-se que esta área merece um aprofundamento melhor mostrando os tipos de graneis e suas características, assim como os tipos de vagões e navios utilizados para transporte de granéis.

 

Referências

ADMINISTRAÇÃO DOS PORTOS DE PARANAGUÁ E ANTONINA. Dicionário Básico Portuário. Disponível em: <http://www.portosdoparana.pr.gov.br/arquivos/File/dicionario2011.pdf> Acesso em: 2 mai. 2017

BLOGISTICANDO. Cargas a Granel. Disponível em: <http://fateclog.blogspot.com.br/2011/11/cargas-granel.html&gt; Acesso em: 2 mai. 2017

GIGANTES DO MUNDO. Maior navio graneleiro do mundo. Disponível em: <http://gigantesdomundo.blogspot.com.br/2013/12/maior-navio-graneleiro-do-mundo.html> Acesso em: 23 abr. 2017.

INACCESS. Tipos de navios. Disponível em: <http://www.inaccess.com.br/?p=6613&gt; Acesso em: 2 mai. 2017.

JORESIMÃO. O Picão no porão do navio. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=pPCUbTS5L6g&gt; Acesso em: 02 mai. 2017.

MAQUINAS CONDOR.  Shiploader. Disponível em: <http://www.maquinascondor.com.br/site2008/produto.php?id=33&gt; Acesso em: 02 mai. 2017.

NAVIOS E PORTOS. Navio Graneleiro Combinado Universal. Disponível em: <http://www.navioseportos.com.br/site/index.php/glossarios/glossarios/navio-graneleiro-combinado-universal&gt; Acesso em: 2 mai. 2017.

PORTOGENTE. Granéis. Disponível em: <https://portogente.com.br/portopedia/78731-granel&gt; Acesso em: 23 abr. 2017.

PORTOCOTEGIPE. Porto. Disponível em: <http://www.portocotegipe.com.br/&gt; Acesso em: 2 mai. 2017.

RONDE, M. H. M.G. & SCHIEBROECK, C. J. M.. A new approach in silo design. Bulk Solids Handling. London, v.3, n.3, p.63-68, Sept. 1986

TELESTACK LTD. TS 331 Radial Telescopic Shiploader. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=ej0L2GJd2aE&gt; Acesso em: 02 mai. 2017.

TRIEX PORTUÁRIA. Pá Carregadeira 924 à bordo. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=jUBcdKwpTNw&gt; Acesso em: 02 mai. 2017.

UFRRJ. Risco no Trabalho em Silos e Armazéns. Disponível em: <http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/silo.htm&gt; Acesso em: 02 mai. 2017.

Este é um trabalho de alunos para o exercício do aprendizado, uma prática da sala de aula. Não use para outros fins. Caso alguma citação esteja errada ou omitida gentileza avisar para a correção do texto.

Tipos de Modais

maio 3, 2017 § Deixe um comentário


CENTRO PAULA SOUZA

FACULDADE DE TECNOLOGIA “DR ARCHIMEDES LAMMOGLIA”

CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO EMPRESARIAL

ANA CRISTINA ARAGÃO SILVA

MICAELA MENDES

TÂNIA CRISTINA DOS SANTOS MODESTO

 

Tipos de Modais

 

  

Logística

INDAIATUBA

2017

Sumário

INTRODUÇÃO.. 3

1 LOGÍSTICA.. 4

1.1 O QUE SÃO MODAIS?.. 4

1.2 TIPOS DE MODAIS.. 4

1.3 MODAL FERROVIÁRIO.. 5

1.4 MODAL DUTOVIÁRIO.. 5

1.5 AQUAVIÁRIO: FLUVIAL.. 6

1.5 AQUAVIÁRIO: MARÍTIMO.. 6

1.5 AQUAVIÁRIO: CABOTAGEM.. 7

1.6 TRANSPORTE RODOVIÁRIO.. 7

2 CONSIDERAÇÕES FINAIS.. 9

3 REFERÊNCIAS.. 10

 

 

INTRODUÇÃO        

 

             

A ampliação do comércio internacional tem acontecido de forma inevitável em virtude da globalização, que impulsiona as exportações do mercado interno. Desta forma o sistema logístico acaba tendo que acompanhar tal crescimento, oferecendo suporte aos negócios e auxiliando no sucesso do comércio. Os modais de transporte são parte indispensável nesse processo logístico, promovendo a chegada da mercadoria ao seu destino estabelecido.

Desde muito tempo, o transporte de mercadorias vem sendo utilizado para disponibilizar produtos ao comprador dentro do prazo estabelecido. De acordo com Ballou (2001), mesmo com os avanços da tecnologia, o transporte é fundamental para que o processo logístico seja concluído. E muitas empresas buscam na logística de transporte obter um diferencial competitivo. A empresa pode utilizar a logística como estratégia competitiva, uma vez que consiga se diferenciar dos concorrentes, aos olhos de seus clientes, e, busque reduzir seus custos aumentando assim o seu lucro.

 

 

1 LOGÍSTICA

Identifica e controla os custos inerentes a cada operação, sendo importante identificar e medir os custos de cada elemento existente na cadeia de transporte, a qual envolve não só o veículo em si, mas também a gestão dos recursos humanos e materiais, o controle das cargas, os custos de manutenção da frota e índices de discrepâncias nas entregas, bem como as diversas tabelas de fretes existentes (peso, valor, volume) apresentando o modelo que melhor se ajusta a necessidade do cliente.

 

 

1.1 O QUE SÃO MODAIS?

Forma ou modalidades como as cargas podem ser transportadas, são eles: ferroviário, rodoviário, dutoviário, aquaviário e modal aéreo, cada um deve ser adequado ao tipo de operação e produtos.

 

 

1.2 TIPOS DE MODAIS

O Modal Aéreo possui valor de frete mais elevado e a capacidade de carga transportada pode ser menor que em outros modais, no entanto, é o mais adequado para mercadorias de alto valor agregado, pequenos volumes ou com urgência na entrega, para mercadorias frágeis ou com curto prazo de validade, para grandes distâncias, não necessita de embalagem mais reforçada, os aeroportos estão mais próximos dos centros de produção, facilitando a distribuição, possibilita a redução de estoques via aplicação de procedimentos just in time.

 

 

1.3 MODAL FERROVIÁRIO

Caracteriza-se especialmente, por sua capacidade de transportar grandes volumes, é um dos modais de transporte mais econômicos, com elevada eficiência energética, principalmente em casos de deslocamentos a médias e grandes distâncias. Este tipo de modal, é responsável por 24% do transporte de cargas.

 

São Cargas Típicas do modal ferroviário:

  • Produtos Siderúrgicos;
  • Grãos;
  • Minério de Ferro;
  • Cimento e Cal;
  • Adubos e Fertilizantes;
  • Derivados de Petróleo;
  • Calcário;
  • Carvão Mineral e Clinquer;
  • Contêineres.

 

Vantagens: Pouca nocividade ambiental, não tem problemas com congestionamento, possui grande capacidade de carga que necessitam percorrer longas distâncias, consome pouca de energia e Rapidez.

Desvantagens:  Inflexibilidade de itinerários, custos de exploração elevados e necessidade de baldeações, necessidade de altos investimentos na manutenção das suas estruturas. No caso do Brasil, a malha ferroviária ainda é considerada reduzida.    

 

1.4 MODAL DUTOVIÁRIO

É aquele que utiliza a força da gravidade ou pressão mecânica, através de dutos para o transporte de granéis. É uma alternativa de transporte não poluente, não sujeita a congestionamentos e relativamente barata. No Brasil, os principais dutos existentes são:

 

GASODUTOS: É uma rede de tubulações que levam o gás das fontes produtoras até o centro dos consumidores. Transporta grandes volumes de gás, tubulações de diâmetro elevado, opera em alta pressão. Somente se aproxima das cidades para entregar o gás ás companhias distribuidoras.

 

MINERODUTOS: Aproveita a força da gravidade para transportar minérios entre as regiões produtoras e as siderúrgicas ou portos. Os minérios são impulsionados por um forte jato de água.

OLEODUTOS: Utiliza-se de sistema de bombeamento para o transporte de petróleos brutos e derivados aos terminais portuários ou centros de distribuição.

 

  • Vantagens: longa vida útil, pouca manutenção e baixa mão de obra.
  • Desvantagens: Não se adapta a muitos tipos de produtos e o investimento inicial elevado.

 

1.5 AQUAVIÁRIO: FLUVIAL

Considerando o potencial das bacias hidrográficas brasileiras, o transporte fluvial tem ainda utilização muito pequena.

É um modal bastante competitivo, uma vez que apresenta grande capacidade de transporte, baixo consumo de combustível e é menos poluente que o modal rodoviário.

O grande volume de mercadorias transportadas por esse modal é de produtos agrícolas, fertilizantes, minérios, derivados de petróleo e álcool.

Na Bacia Amazônica, porém, o transporte de mercadorias manufaturadas é bastante difundido e, juntamente com madeiras da região, é feito internacionalmente, ligando diversos portos brasileiros com o Peru e a Colômbia.

As embarcações utilizadas são balsas, chatas, além de navios de todos os portes, pequenos, médios e grandes. O cálculo de frete baseia-se na tonelada-quilometro ou na unidade, no caso de contêineres. Seu valor é bem mais acessível, se comparado aos modais terrestres.

 

1.5.1 AQUAVIÁRIO: MARÍTIMO

O transporte marítimo é o modal mais utilizado no comércio internacional. No Brasil responde por mais de 90% do transporte internacional.

Os portos desempenham papel importante como elo de ligação entre os modais terrestres e marítimos e tem a função adicional de amortecer o impacto do fluxo de cargas no sistema viário local, pela armazenagem e distribuição física.

A costa brasileira é dotada de um numero apreciável de portos marítimos, além de alguns portos fluviais que atendem navios costeiros, como Porto Alegre, Manaus e Belém.

 

1.5.2 AQUAVIÁRIO: CABOTAGEM

O transporte de cabotagem está fortemente atado à operação portuária.

Cabotagem é a navegação entre portos marítimos de um mesmo país, sem perder a costa de vista. A cabotagem contrapõe-se à navegação de longo curso, ou seja, aquela realizada entre portos de diferentes nações.

Vantagens da Cabotagem

  • Menor custo unitário;
  • Menor índice de avarias;
  • Menor índice de sinistros;
  • Redução do desgaste das malhas rodoviárias;
  • Redução de acidentes nas estradas;
  • Menor consumo de combustíveis;
  • Menor índice de poluição.

Dentre as principais desvantagens, pode-se citar:

  • Baixa frequência;
  • Concentração de volumes em embarque único;
  • Aumento dos estoques.

 

 

 

 

1.6 TRANSPORTE RODOVIÁRIO

O modo rodoviário é o mais expressivo no transporte de cargas no Brasil e atinge praticamente todos os pontos do território nacional. Com a implantação da indústria automobilística na década de 1950 e a pavimentação das principais rodovias, o modo rodoviário se expandiu de tal forma que hoje domina amplamente o transporte de mercadoria no país.

O transporte rodoviário é feito por estradasrodoviasruas e outras vias pavimentadas ou não, com a intenção de movimentar materiais, pessoas ou animais de um determinado ponto a outro. Representa a maior parte do transporte terrestre. Mais utilizado no Brasil, responsável por 96% do movimento de passageiros e 58% do transporte de cargas.

Essa situação prejudica bastante o transporte rodoviário de mercadorias, aumentando o tempo de viagem e encarecendo os custos operacionais, além de a frota de veículos ser antiga e sujeita a roubo de cargas.

Na América do Sul, o transporte rodoviário é regido pelo Convenio sobre Transporte Internacional Terrestre – firmado entre Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai e Peru em Santiago do Chile, 1989.

Esse convênio regulamenta os direitos e obrigações, no tráfego regular de caminhões em viagens entre os países consignatários.

 

2 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A empresa pode utilizar-se dos variados modais de transporte para a criação de vantagem competitiva. Já que o serviço logístico e o preço podem influenciar na seleção do fornecedor ou comprador.

 

3 REFERÊNCIAS

Ler mais: http://logisticaparatodos-com-b.webnode.com.br/saiba-mais/os-05-cinco-modais-de-transporte-/

 

http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/modais-de-transporte-e-sua-importancia-no-processo-logistico/67889/

 

CASTIGLIONI, José Antônio de Mattos. Cadeia de Suprimentos: Guia Prático. 1.ed. São Paulo, 2007.

 

BALLOU, Ronald H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993.

 

BOWERSOX, D. J., CLOSS, D. J. Logística Empresarial – O Processo de Integração da Cadeia de Suprimento. São Paulo: Atlas, 2007.

Este é um trabalho de alunos para o exercício do aprendizado, uma prática de sala de aula. Não use para outros fins. Caso alguma citação esteja errada ou omitida gentileza avisar para a correção do texto.

EXIBIÇÃO DE MAQUETES DE PORTOS, AEROPORTOS E FLUXOS DE COMÉRCIO EXTERIOR NA FATEC INDAIATUBA

março 29, 2017 § Deixe um comentário


9 de maio  e 10 de maio de 2017.

09h-10h; 14h-17h e 19h30-22h – dia 10 encerramos mais cedo 21h para guardar as maquetes.

Até o limite de ocupação.

Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba – Rua Dom Pedro I, 65
Cidade Nova I | CEP 13334-100 | Fone: (19)3885-1923

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março 12, 2017 § Deixe um comentário


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